Minha opinião


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Este blog mudou de endereço.

 

Agora estou em http://www.alexandrecezar.com

 

Apareça!!!



Escrito por Alexandre S. Cezar às 01h02
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E segue a história da humanidade

Você já se indagou como a raça humana chegou até aqui?

O que fizemos? Como fizemos?

É um bocado de história. Com capítulos bons e ruins. Mas complicado demais…

Aí um artista genial decidiu transformar isto em um desenho (não sei quem é o autor) pra simplificar.

Vejam só se ele não foi preciso!!!

 

Eu achei um excelente resumo?

E a pergunta que fica é:

Continuaremos neste caminho?

Boa Noite

 



Escrito por Alexandre S. Cezar às 01h00
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Amy Winehouse (1983-2011)

Morreu hoje a cantora Amy Winehouse.

Tão genial quanto problemática.

Com voz bela...
 E alma machucada.

Eu que tenho gosto musical duvidoso (não gosto de Sertanejo, Pagode, Funk, Samba e afins)...admirava a cantora de voz de voz do passado e torcia para que ela superasse o que quer que a mantivesse na beira da destruição.

Mas não foi desta vez.

Para nós, fica a lembrança de sua voz. E o alerta do perigo das drogas.

Amy, boa sorte na próxima. E tenha bons papos com Ray Charles e Donny Hathaway.

 



Escrito por Alexandre S. Cezar às 15h35
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Tem muita gente bacana neste mundo!

Neste mundo cheio de exemplos ruins e atitudes monstruosas (alguém leu sobre o atentado em Oslo?), às vezes vemos pessoas com atitudes muito legais que merecem ser lembradas, comentadas, aplaudidas e repetidas.

Aqui, o caso é o seguinte:

Em uma recente partida de beisebol, um jogador chamado Rickie Weeks tentou dar uma bola do jogo para um jovem torcedor do time, chamado Nicholas que estava sentado na arquibancada.

Bem que o jovem tentou pegar, mas a bola acabou escapando de suas mãos e caiu. A bola foi arremessada de volta para a arquibancada e capturada por outro garoto, Ian, torcedor do time rival . Entusiasmado, o jovem saiu comemorando pelas arquibancadas o presentão que havia ganho (nos EUA pegar a bola do jogo de beisebol é prêmio cobiçado).

Ele comemorou até que virou a cabeça e viu a tristeza do Nicholas, frustrado por ter perdido a bola. Em um gesto que deixou até os narradores da partida sem acreditar no que viam, Ian deu a bola para o pequeno torcedor rival.

Veja o vídeo:

 

 

Completamente atônitos, os narradores do jogo enaltecem a ação do garoto e prometem alguns prêmios para ele como recompensa.

Eu achei a atitude do garoto muito legal. E sei que como ele muitos outros procuram fazer o mesmo.A esperança se renova até mesmo nas ações mais simples.

E claro, fica a pergunta:

E você, o que faria?

Bom dia!



Escrito por Alexandre S. Cezar às 17h53
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E o Itaquerão ganhou! Mas quem é que está perdendo?

E o Itaquerão que não existe será o estádio de São Paulo na Copa.

Não me entendam mal, eu acredito que uma instituição como o Corinthians merece ter seu estádio. Mas não as custas do dinheiro público. Afinal, incentivo fiscal no fundo é dinheiro que deveria ser pago ao governo e que não vai ser. Ou seja, o governo vai arrecadar o dinheiro de outra maneira.

Temos a desculpa de que o estádio irá gerar empregos na região.

Pergunto: Que empregos o estádio irá gerar na região? Vendedor ambulante, cambista e flanelinha não vale!!!!

Onde estão os hotéis, restaurantes e shoppings que deveriam ser erguidos na região para suportar o estádio, estes sim geradores de emprego?

Eu respondo. Eles serão os mesmos hotéis, restaurantes e shoppings que já existem hoje e estão em regiões como Moema, Jardins e Morumbi. Porque a iniciativa privada não vê vantagem em criar todo um ecossistema de hotelaria para uma cidade que já tem uma alta taxa de utilização dos seus hotéis existentes. E porque Itaquera é longe dos centros de negócios da cidade e a locomoção (como todos sabemos) é muito complicada.

O que isto quer dizer? Que não serão gerados mais empregos nas cercanias do estádio. Que a região não será beneficiada em nada com este elefante branco.

No fundo, é isto. O Corinthians ganha um estádio, políticos e empresários ganham com a obra. E a população perde.

Perde mais uma vez a oportunidade de ver seu dinheiro ser usado em saúde, educação e melhorias em infra-estrutura.

Boa Noite



Escrito por Alexandre S. Cezar às 19h50
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O preconceito chafurda no lamaçal do ódio

Segundo a Wikipedia, preconceito é um “juízo” preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude “discriminatória” perante pessoas, lugares ou tradições considerados diferentes ou “estranhos”. Costuma indicar desconhecimento pejorativo de alguém, ou de um grupo social, ao que lhe é diferente.

O preconceito é algo inerente do ser humano, não conheço alguém que não tenha demostrado algum tipo de preconceito contra uma outra pessoa. Eu não ouso dizer os porquês…

Mas isto é algo que precisamos combater.

 

Eu não posso dizer que não tenho preconceitos. Gostaria de não ter nenhum. Mas tenho.

E acho que este é o primeiro passo. Admitir. Tentar entender o porque somos preconceituosos com relação a alguma pessoa apenas devido a sua crença, preferência ou o que for.

Por que o preconceito anda de mãos dadas com a raiva, com o ódio. Temos muitos exemplos disto.

E eu não quero me chafurdar neste sentimento.

Boa Tarde



Escrito por Alexandre S. Cezar às 19h52
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Aqui se faz. E aqui se "deve" pagar

Devo admitir,

Algumas vezes vi pessoas dizendo absurdos para outros ou agredindo-as fisicamente, mas  sempre passei ao largo...O meu pensamento que me ocorria era "não é comigo", "não sei o que aconteceu e posso acabar agindo de forma errada" ou "não posso me envolver, afinal ninguém sabe o que pode acontecer em uma briga"...

E eu seguia o meu caminho. Com alguma frase na cabeça que eu usava como "muleta". "Um dia, ele irá pagar por seus erros" ou "A justiça tarda mas não falha".

Mas a consciência cobra ação. E a minha não me deixa em paz.

Então, me lembrei de outra frase..."Aqui se faz e aqui se paga".

Verdade.

Mas, se todos os bons assistem pasmos a todos as injustiças do mundo, quem os faz pagar?

E a frase de Edmund Burke ecoou como uma bomba "Para que o mal triunfe basta que os bons não façam nada"

E eu me decidi.

Nunca mais veria uma injustiça e a deixaria acontecer sem me envolver.

Nunca mais deixaria o mais forte explorar o mais fraco na minha presença.

E ontem tive minha primeira experiência pós resolução.

Estava em um super mercado com minha esposa realizando a troca de alguns produtos quando uma funcionaria apareceu um tanto quanto assustada dizendo para a gerente (que nos atendia) que uma cliente estava exigindo que as taças que ela havia acabado de comprar fossem embaladas em duas camadas de proteção ao invés de uma.

Até aí nada demais, o problema foi quando a tal "cliente" apareceu 3 minutos depois para verificar o andamento dos serviços dizendo.

"Ainda não está pronto???? Como assim???? Eu não posso esperar!!!! Tenho uma festa em casa"

A gerente então disse "estamos fazendo o trabalho, só que isto demora um pouco, mas eu garanto a senhora que uma camada de proteção é o suficiente".

A cliente então esbravejou "Faça o que eu mando! Vocês irão pagar as taças que quebrarem? Por que as taças vão quebrar na minha Pajero, ela balança muito. Você, moça trabalha em um supermercado e eu não, existe uma diferença entre nós!

Aí, a gerente abaixou a cabeça e foi fazer o trabalho.

O meu sangue subiu, eu contei até 10, me acalmei, contei até 100, pensei no que dizer aquela senhora ridícula. E fui.

E o pau comeu!!!

Hoje, minha consciência está tranquila e a cliente arrogante está mortificada de pavor.

E eu????

Eu estou me sentindo ótimo!

Com a certeza de que nunca mais assistirei absurdos sem ficar quieto.

Aqui se faz, e a aqui se paga.

Eu garanto a minha parte.

E você, que tal garantir a sua?

Boa Noite



Escrito por Alexandre S. Cezar às 19h39
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Planejando o nosso futuro

Eu gosto de pensar de forma otimista.

Mas tenho que ser realista.

Enquanto Brasil, estamos vivendo uma fase de crescimento (menor do que poderia ser) mas de qualquer forma, estamos crescendo. Mas tem ameaça de inflação, juros, desaceleração...

Mas é fato que boa parte do mundo tem problemas maiores.

Se olharmos para as grandes economias, elas estão sofrendo. Desemprego, dívidas e crise. Não estou aqui discutindo os motivos, apenas apontando a situação.

Na Europa, muitos países estão em recessão. Desemprego nas alturas.

Na Ásia, temos tido países com uma grande taxa de crescimento, mas aí vem a pergunta. Nosso planeta pode suportar tamanho crescimento descontrolado?

E na África e Oriente Médio...Só incertezas.

Então, há muita coisa por vir...E muito a se pensar...

Podemos ter filhos nesta economia?

Como planejar o futuro?

É complicado.

Mas entendo que a solução está em nossa frente.

Precisamos encontrar formas alternativas de promover o desenvolvimento humano e econômico, priorizando incentivos que recompensem atividades que não desvalorizem recursos.

Isso seria um afastamento do capitalismo extremo atual, um remodelo que atenda às necessidades de um século 21 saturado.

É uma grande mudança. Mas podemos fazer isto.

Crescer de forma consciente, com melhor distribuição de renda e com a devida valorização do meio-ambiente. Com  o uso mais consciente dos recursos naturais.

Não precisamos de 3 automóveis por família, nem de 2 apartamentos na praia. Ou 5 TV´s por residência. Nem de jatinhos e lanchas.

Mas todos precisamos de um planeta. E de um certo nível de conforto.

Se pudermos nos erguer à altura deste desafio, determinaremos o futuro do nosso mundo – E o quão melhor ele será.

E aí sim, poderemos ter uma vida mais tranquila. "O tal do menos com mais"

Estarei eu, louco?

Talvez, mas também, posso estar sendo só otimista.

Bom dia



Escrito por Alexandre S. Cezar às 13h57
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Verdade, diga a verdade.

Vivemos em uma época onde arrumamos desculpas para tudo.

Atrasei? Foi o trânsito.

Esqueci? É o stress.

Cheguei tarde? É o trabalho.

Não estou a fim? É o cansaço.

 

Neste mundo louco, temos tantas preocupações e situações problema comuns do dia-a-dia que é fácil dizermos algo banal como os exemplos acima apenas para evitar uma discussão ou encobrir uma falha. Pra que arrumar mais dor de cabeça? Não é?

Muitos pensam assim...

 

Mas aí, fica aquela questão chata pra responder:

Como sei se o outro está dizendo a vontade? Como confiar?

 

É difícil saber quando o outro está sendo sincero se não nos comprometemos a ser honestos também.

 

Precisa ser um comprometimento de todos. Algo como, eu serei sincero com você, não importa qual seja o fato. E espero o mesmo de você.

Se cheguei atrasado, direi o motivo. Se foi o trânsito...Ou se sai atrasado.

Se esqueci. Direi se fui descuidado.

 

Gosto de uma frase que li recentemente.

 

"Receita para um relacionamento de sucesso em 3 palavras - Diga a verdade, a verdade e a verdade"

E gosto também de uma frase... "Diga tudo o que pensa, mas pense em tudo o que vai dizer".

 

Pode ser complicado. Mas vale a pena.

E é bem melhor do que viver uma vida irreal

 

Bom dia



Escrito por Alexandre S. Cezar às 11h44
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Um brinde a Liberdade de Expressão

Para começar, vou logo dizendo..."Não sou a favor do uso de entorpecentes". Nenhum deles.

Maconha, LSD, cocaína, heroína, crack e outros. Sou contra

Também sou contra o cigarro e o álcool.

Acredito que destróem vidas, colaboram para a desestabilização da sociedade e aumentam em muito o gasto público com saúde, segurança, etc (que poderia ser direcionado para outros fins).

 

Mas, sou a favor da liberdade de expressão.

 

Sim, acredito que os defensores da maconha tem o direito de se manifestar. E de reinvidicar seus direitos.

Por que, se começarmos a proibir o grupo A de emitir opiniões, logo estaremos proibindo o grupo B e por fim alguém estará nos proibindo de dizer o que achamos ser certo.

 

Se existe a "Marcha da Maconha", deveria existir também a "Marcha dos Contra a Maconha", o debate técnico deveria acontecer, a sociedade deveria decidir o que acha ser correto e os nossos governantes deveriam transformar a decisão em lei.

 

E caberia a todos respeitar esta decisão e seguir a lei. Doa a quem doer. Com todos os prós e contras.

 

Se não for assim, não é democracia!

 

Se fosse assim, os homoafetivos não teriam conseguido seus direitos (o casamento cívil entre pessoas do mesmo sexo era contra a lei). E eles tem todo o direito de viver com quem quiserem, pagam os mesmos impostos que eu. São tão brasileiros quanto eu.

 

Se fosse assim, a discussão sobre células tronco nunca poderia ocorrer, e se algum dia as prostitutas forem as ruas exigirem que seu trabalho seja reconhecido na CLT, deveram elas ser recebidas a pau? Por que é contra a lei?

 

É da insatisfação que vem a mudança. Lembrem-se disso.

 

Por exemplo:

Eu quero que a idade penal caia para 14 anos. Mas eu não posso dizer isto porque a lei diz que a maioridade penal vem com 18 anos? É isto? Estarei eu direcionando a mente de outros para que sigam minhas opiniões? Tomara que sim!

É a minha opinião, tenho centenas de argumentos para defênde-la. Os que não concordam comigo, que debatam o assunto. Mas não me proibam de falar.

 

E dizer que as passeatas podem influenciar crianças e adolescentes me parece ser por demais hipócrita.

A TV faz o que? Com tanto sexo, violência e comportamentos questionáveis sendo exibidos?

 

Vale um lembrete:

Cuidado com o que você  deseja.

Pois você pode conseguir.

 

Bom dia!



Escrito por Alexandre S. Cezar às 13h52
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